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Captura, prisão, libertação e liberdade provisória: como agir?

Baseado em 44 casos de consulta · Atualizado · Traduzido do original em coreano.

Um suspeito preso pode pedir uma revisão judicial da legalidade da prisão durante a fase de investigação, e um acusado denunciado pode pedir liberdade provisória mediante fiança. No entanto, o tribunal decide se concederá a libertação e quais serão as condições, considerando as circunstâncias específicas. O descumprimento das condições pode levar a uma nova prisão ou ao confisco da fiança.

Num relance

Pessoas envolvidas → Suspeito preso → Acusado denunciado → Advogado ou familiar → Pessoa presa busca a libertação → Já houve denúncia? → Sim → O pedido foi feito pelo acusado ou por pessoa autorizada? → Não, art. 214-2 do CPP → Sim, art. 94 do CPP → O tribunal concedeu a libertação? → Não → A libertação pode ser concedida com condições definidas pelo tribunal → A libertação não é automática Antes da denúncia, cabe pedir revisão judicial da prisão → Confira condições de comparecimento, residência ou garantia → Condições impostas pelo tribunal → Verifique se consegue cumprir as condições com seus recursos → Compatibilidade com recursos e patrimônio → Evite faltar sem motivo ou descumprir condições → A liberdade pode ser revogada e a fiança confiscada

Pontos-chave

  • Podem requerer a revisão judicial da legalidade da prisão o suspeito capturado ou preso, seu advogado, representante legal, cônjuge, parentes em linha reta, irmãos, familiares, pessoa que resida com ele ou empregador, entre outros (Código de Processo Penal, artigo 214-2 (형사소송법 제214조의2)).
  • O acusado denunciado pode pedir liberdade provisória. Além do próprio acusado, também podem fazê-lo o advogado, cônjuge, parentes, familiares, pessoa que resida com ele ou empregador (Código de Processo Penal, artigo 94 (형사소송법 제94조)).
  • Ao conceder liberdade provisória, o tribunal pode estabelecer diversas condições, além do pagamento de fiança, como um compromisso de comparecimento, restrições de residência ou uma garantia de comparecimento. Não pode estabelecer uma condição que o acusado não consiga cumprir com seus recursos ou patrimônio (Código de Processo Penal, artigos 98 e 99 (형사소송법 제98조·제99조)).
  • O fato de alguém ter cometido um crime durante o período de suspensão da execução de uma pena não impede, por si só, a concessão de liberdade provisória. A decisão deve considerar as circunstâncias específicas (decisão do Supremo Tribunal de 18 de abril de 1990, 90모22).
  • Se, depois de sair em liberdade provisória, o acusado faltar à audiência sem motivo justificável ou descumprir as condições impostas, a liberdade provisória pode ser revogada e a fiança pode ser confiscada total ou parcialmente (Código de Processo Penal, artigos 102 e 103 (형사소송법 제102조·제103조)).
  • Em geral, não cabe recurso contra decisões que rejeitam o pedido de revisão judicial da legalidade da prisão ou determinam a libertação. No entanto, há um precedente segundo o qual cabe recurso ordinário contra a decisão de libertação condicionada ao pagamento de fiança (Código de Processo Penal, artigo 214-2, parágrafo 8 (형사소송법 제214조의2 제8항); decisão do Supremo Tribunal de 27 de agosto de 1997, 97모21).
  • A contestação da expedição de um mandado de prisão preventiva e a revisão judicial da legalidade da prisão são medidas diferentes. Segundo o exemplo, não cabe recurso nem impugnação incidental contra a própria decisão de expedir o mandado; a medida indicada para reagir é pedir a revisão judicial da legalidade da prisão.
  • Se for proferida uma sentença que extinga a validade do mandado de prisão preventiva, como uma sentença de absolvição ou de suspensão da execução da pena, o mandado perde a validade mesmo antes de a sentença transitar em julgado, e o acusado deve ser libertado imediatamente no tribunal (Código de Processo Penal, artigo 331 (형사소송법 제331조)).

Perguntas frequentes

Q. Por quanto tempo um suspeito detido pode permanecer preso?

Segundo o exemplo, a polícia judiciária deve apresentar o suspeito detido ao promotor no prazo de 10 dias, e o promotor deve libertá-lo se não apresentar denúncia no prazo de 10 dias após recebê-lo. A pedido do promotor, o tribunal pode prorrogar uma vez o período de prisão preventiva na fase do Ministério Público, por até 10 dias. O exemplo explica, portanto, que o período máximo na fase de investigação é de até 30 dias. O prazo de prisão preventiva é contado a partir do dia da captura ou da condução coercitiva; depois da denúncia, aplica-se um período distinto de prisão preventiva determinado pelo tribunal (Código de Processo Penal, artigos 202, 203, 203-2 e 205 (형사소송법 제202조·제203조·제203조의2·제205조)).

Caso 1, Caso 12

Q. É possível pedir uma revisão judicial da legalidade da prisão para obter a libertação de um familiar detido?

Sim. Segundo o exemplo, as pessoas legalmente autorizadas a fazer o pedido, incluindo o cônjuge e os parentes em linha reta do suspeito, podem requerer ao tribunal competente uma revisão judicial da legalidade da prisão. O pedido deve indicar os dados do suspeito e do requerente, a data da prisão e os fundamentos e objetivos do pedido. Também podem ser anexados documentos favoráveis, como comprovantes de vínculo familiar ou um acordo. Depois de ouvir o suspeito, o tribunal decide se ele deve ser libertado e também pode determinar a libertação mediante o pagamento de uma fiança (Código de Processo Penal, artigo 214-2 (형사소송법 제214조의2)).

Caso 10, Caso 15

Q. Depois da denúncia, que medida pode ser solicitada para obter a libertação?

Depois de denunciado, o acusado pode pedir liberdade provisória mediante fiança. O tribunal decide se a concede e estabelece as condições considerando diversos fatores, como o tipo de crime, antecedentes criminais, risco de destruição de provas ou fuga, certeza de residência e reparação dos danos. A existência de um acordo com a vítima, uma residência estável e dificuldades relacionadas ao trabalho ou ao sustento são circunstâncias que podem ser apresentadas no pedido.

Caso 3, Caso 8, Caso 13

Q. É obrigatório pagar fiança em dinheiro para pedir liberdade provisória?

Não. O exemplo explica que o tribunal não é obrigado a exigir o pagamento de fiança como condição para conceder a liberdade provisória; pode estabelecer outras condições, como uma declaração de compromisso ou uma garantia de comparecimento. Mesmo quando exige fiança, não pode estabelecer uma condição que o acusado não consiga cumprir com seus recursos ou patrimônio. Em alguns casos, títulos negociáveis ou uma garantia apresentada por outra pessoa podem substituir o depósito da fiança (Código de Processo Penal, artigos 98, 99 e 100 (형사소송법 제98조·제99조·제100조)).

Caso 3, Caso 8

Q. Depois de sair em liberdade provisória, posso mudar de residência ou ir para outra região?

Se a restrição de residência estiver incluída nas condições da liberdade provisória, ela deverá ser respeitada. Para mudar de residência, é necessário obter autorização do tribunal. O exemplo explica que o descumprimento das condições pode levar à revogação da liberdade provisória ou à imposição de multa ou detenção coercitiva. Mesmo que seja necessário deslocar-se por motivos profissionais, não se deve descumprir a restrição por iniciativa própria: é preciso obter autorização do tribunal (Código de Processo Penal, artigos 98 e 102 (형사소송법 제98조·제102조)).

Caso 16

Q. Se eu faltar à audiência depois de sair em liberdade provisória, a fiança será confiscada imediatamente?

Se o acusado não comparecer à audiência sem motivo justificável, a liberdade provisória pode ser revogada, e a fiança pode ser confiscada total ou parcialmente. Segundo o exemplo, a revogação da liberdade provisória e o confisco da fiança não precisam ser decididos ao mesmo tempo; o confisco também pode ser determinado separadamente após a revogação. O confisco da fiança também pode ser considerado se, depois de transitada em julgado a condenação, o acusado não atender sem motivo justificável a uma intimação para o cumprimento da pena ou fugir (Código de Processo Penal, artigos 102 e 103 (형사소송법 제102조·제103조)).

Caso 16, Caso 17, Caso 22

Q. É possível contestar a própria expedição do mandado de prisão preventiva?

O exemplo explica que não cabe recurso imediato, recurso ordinário ou impugnação incidental contra a própria decisão de expedir um mandado de prisão preventiva para um suspeito. Em vez disso, pode-se pedir ao tribunal uma revisão para que examine se a prisão é legal ou se é necessário manter a pessoa detida. Há, contudo, um precedente segundo o qual cabe recurso ordinário contra a decisão de libertar o suspeito após essa revisão, quando a libertação estiver condicionada ao pagamento de fiança.

Caso 4, Caso 9

Q. O juiz pode expedir um mandado de prisão preventiva sem fazer perguntas ao suspeito durante a audiência prévia?

Segundo o exemplo, a audiência do suspeito antes da decisão sobre o mandado de prisão ocorre depois do pedido de expedição do mandado, mas o juiz não é obrigado a fazer perguntas ao suspeito. O exemplo cita um precedente segundo o qual não se pode considerar ilegal a expedição do mandado apenas porque o juiz, entendendo desnecessária a audiência, o expediu sem fazer perguntas. Também informa que, se o suspeito que será ouvido não tiver advogado, o juiz deve nomear um de ofício (Código de Processo Penal, artigo 201-2 (형사소송법 제201조의2)).

Caso 14, Caso 25

Q. Se eu receber uma sentença que suspenda a execução da pena, permanecerei preso até que ela transite em julgado?

Segundo o exemplo, se for proferida uma sentença que suspenda a execução da pena, o mandado de prisão preventiva perde a validade e a pessoa deve ser libertada, mesmo antes de a sentença transitar em julgado. Também é mencionada uma decisão do Tribunal Constitucional segundo a qual a pessoa que deve ser libertada não pode ser levada de volta à prisão contra a própria vontade (Código de Processo Penal, artigo 331 (형사소송법 제331조); decisão do Tribunal Constitucional de 24 de dezembro de 1997, 95헌마247).

Caso 18

Leis aplicáveis

  • Constituição, artigo 27, parágrafo 4 (헌법 제27조 제4항)
  • Código de Processo Penal, artigo 39 (형사소송법 제39조)
  • Código de Processo Penal, artigo 66 (형사소송법 제66조)
  • Código de Processo Penal, artigo 70 (형사소송법 제70조)
  • Código de Processo Penal, artigo 92 (형사소송법 제92조)
  • Código de Processo Penal, artigo 93 (형사소송법 제93조)
  • Código de Processo Penal, artigo 94 (형사소송법 제94조)
  • Código de Processo Penal, artigo 95 (형사소송법 제95조)
  • Código de Processo Penal, artigo 98 (형사소송법 제98조)
  • Código de Processo Penal, artigo 99 (형사소송법 제99조)
  • Código de Processo Penal, artigo 100 (형사소송법 제100조)
  • Código de Processo Penal, artigo 102 (형사소송법 제102조)
  • Código de Processo Penal, artigo 103 (형사소송법 제103조)
  • Código de Processo Penal, artigo 201 (형사소송법 제201조)
  • Código de Processo Penal, artigo 201-2 (형사소송법 제201조의2)

Atenção

  • A revisão judicial da legalidade da prisão e a liberdade provisória se aplicam a pessoas e momentos diferentes. No exemplo, a revisão é indicada para o suspeito na fase de investigação, e a liberdade provisória, para o acusado após a denúncia.
  • Considere a explicação do exemplo de que o prazo de prisão preventiva é contado a partir do dia da captura ou da condução coercitiva. É necessário distinguir o prazo de prisão preventiva na fase de investigação daquele aplicável durante o processo, conforme tenha ou não sido apresentada denúncia.
  • A concessão da liberdade provisória e suas condições variam conforme as circunstâncias de cada caso. Não se pode afirmar que a libertação será concedida automaticamente.
  • Se as condições da liberdade provisória forem descumpridas ou o acusado faltar à audiência sem motivo justificável, podem surgir questões de revogação da liberdade provisória, nova prisão, confisco da fiança, multa ou detenção coercitiva. Por isso, é necessário verificar as condições e as datas das audiências.

Casos de origem

Este guia foi elaborado por IA a partir dos seguintes casos de consulta da Korea Legal Aid Corporation (em coreano).

  1. 구속된 경우 최장구속수사기간은 얼마나 되는지
  2. 유치장 수용자의 신체검사 시 알몸신체검사 허용 여부
  3. 구속·기소된 피고인이 석방될 수 있는 보석청구절차
  4. 보증금 납입 조건부 석방결정에 대한 보통항고 가능여부
  5. 보석불허결정사유를 어느 정도 구체적으로 기재하여야 하는지 여부
  6. 긴급체포 후 석방된 피의자를 다시 구속할 수 있는지
  7. 구속 후 무죄판결을 받을 경우 손해배상 청구가 가능한지
  8. 보증금 없이 보석결정을 받을 수 있는지
  9. 피의자 구속영장발부명령에 대한 불복가부
  10. 구속된 피의자가 석방될 수 있는 구속적부심사청구절차
  11. 구속영장의 효력범위
  12. 구속기간의 구체적인 계산방법
  13. 집행유예기간 중 죄를 범한 피고인에 대한 보석 가능 여부
  14. 구속전피의자심문절차와 변호인선임문제
  15. 구속된 피의자 또는 피고인이 석방될 수 있는 방법
  16. 보석으로 석방된 사람에 대한 주거의 제한
  17. 보석취소결정과 보증금몰취결정을 동시에 해야하는지 여부
  18. 집행유예 판결 선고 시 피고인이 석방되는 시기
  19. 압수·수색영장으로 재차 압수수색할 수 있는지
  20. 구속영장 기재 범죄사실과 공소장 기재 공소사실이 다른 경우
  21. 공판기일 불출석시 구속여부
  22. 보석 후 실형이 선고되자 도주한 때 보석보증금 몰수 여부
  23. 벌금형에 따르는 노역장유치의 집행을 위하여 형집행장을 발부하여 구인하는 경우, 구속사유에 관한 형사소송법 제70조 나 구속이유...
  24. 구속취소의 가능성
  25. 구속전피의자심문에서 판사가 피의자에게 꼭 질문을 해야하는지

Este guia é informação geral sobre o direito coreano, não aconselhamento jurídico para o seu caso. Consulte um advogado ou a Korea Legal Aid Corporation (132 na Coreia).